quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Caricaturas

Caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo.
Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).
A caricatura é a mãe do expressionismo, onde o artista desvenda as impressões que a índole e a alma deixaram na face da pessoa.
A distorção e o uso de poucos traços são comuns na caricatura. Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas. É comum sua utilização nas sátiras políticas; às vezes, esse termo pode ainda ser usado como sinônimo de grotesco (a imaginação do artista é priorizada em relação aos aspectos naturais)
Annibale Carracci foi um dos grandes expoentes da caricatura. É o pioneiro na História da Arte a utilizar-se dela, contrapondo-a à idealização
A primeira caricatura publicada no Brasil foi uma charge política de autoria de Manuel de Araújo Porto-alegre, em 1836 durante o período regencial,[1] sendo lembrado como o pioneiro da caricatura brasileira
(fonte: Wikipedia)

Para pesquisar mais:
http://www.emdiv.com.br/arte/enciclopediadaarte/685-caricatura-historia-e-caracteristicas.html

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0104-59701999000300002&script=sci_arttext

http://copadomundo.uol.com.br/2010/album/100427cartunista_album.jhtm#fotoNav=2

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CROTALÁRIA X DENGUE

Você já plantou suas sementes de crotalária? Na metade do mês de janeiro de 2011, a cidade de Santa Carmem-MT deverá estar toda florida porque se as sementes de crotalária tiverem sido plantadas logo que foram distribuídas, florirão num período de 50 dias aproximadamente.
Faça a sua parte. Vamos diminuir a infestação do mosquito da dengue para que menos pessoas contraiam a doença.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

COMBATE À DENGUE EM SANTA CARMEM- MT

O município de Santa Carmem, situado ao norte de Mato Grosso, sofre a cada ano com a DENGUE. Esta doença é provocada pela picada do mosquito Aedes Aegypti cuja fêmea bota seus ovos em água limpa (de preferência) e parada. Este mosquito tem um inimigo natural que é a LIBÉLULA cuja fêmea também bota seus ovos na água. No entanto, a larva do mosquito da dengue faz parte do cardápio da libélula.
Será feita a distribuição de sementes desta planta na Escola Municipal Selvino Damian Preve a todos os alunos os quais receberão orientação para que as mesmas sejam plantadas e que possam ajudar na diminuição da infestação dos mosquitos que provocam a doença e, assim, diminuir também a incidência da mesma no município.

Vamos colaborar?!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CROTALÁRIA

COMBATE À DENGUE

Modelo de combate a Dengue poderá ser implantado em Rio Preto
Divulgação


O projeto Crotalária desenvolvido pela Assessoria de Saúde de Monte Aprazível começa a despertar interesse de cidades da região devido ao grande surto de Dengue neste início de ano. Na manhã da última terça-feira o administrador do Viveiro Municipal de São José do Rio Preto Anderson Bessa esteve na cidade para conhecer o projeto que é desenvolvido na cidade desde outubro do ano passado

De acordo com Anderson, o viveiro é ligado a Secretaria da Agricultura de Rio Preto e caso o município comece a desenvolver o projeto, será a maneira da pasta de apoiar a Secretaria da Saúde no combate a dengue na sua cidade.

“Estamos buscando novas medidas para apoiar a saúde de nossa cidade, através do controle biológico que a Crotalária pode fazer. Vamos apresentar o exemplo de Monte Aprazível e se ele for aceito, iniciaremos o plantio para distribuirmos mudas pela cidade”, destaca Anderson.

Acompanhado da assessora de Saúde Claudia Maset, o chefe da Equipe de Controle de Vetores Gilberto Lemos e da coordenadora do IEC (Informação Educação e Comunicação), Elisa de Carvalho, Anderson visitou algumas casas e locais da cidade onde a Crotalária já esta plantada, grande e florida.

Para assessora de Saúde Claudia Maset, esta é uma maneira de ajudar os municípios da região a combater a dengue já que algumas cidades estão passando por uma situação complicada neste início de ano.

“O projeto implantado no ano passado tem apresentado até agora bons resultados. Este ano registramos somente um caso importado de Dengue. Já os casos suspeitos são de pessoas que estiveram em cidades com centenas de casos positivos registrados e boa parte de nossa população fica em Rio Preto, a trabalho ou a passeio. Ajudando as cidades no combate a Dengue estaremos protegendo nossos moradores. Nos colocamos a disposição das cidades que queiram implantar o projeto”, ressalta Claudia.

Após a implantação do projeto, várias cidades de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo ligaram para ter mais informações sobre o projeto.

O administrador do Viveiro de Rio Preto levou um panfleto do projeto aprazivelense e algumas sementes da planta para apresentar em uma reunião entre os secretários de Agricultura e Saúde.

Mais

Desde outubro do ano passado a Assessoria de Saúde conta com o projeto o Plante uma Crotalária. As sementes da planta foram distribuídas na cidade e nos distritos para que a população tenha em casa mais uma arma para combater a Dengue.

De acordo pesquisas, ainda não comprovadas cientificamente, a Crotalária atrai as Libélulas, que são predadores naturais do Aedes, transmissor da Dengue e Febre Amarela.

Com o plantio da Crotalária em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios, ela atrai a Libélula que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes.

Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da Dengue. Além de tudo isso, a Libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes aegypti faz parte do seu cardápio, o que pode diminuir a manifestação.

O principal uso das Crotalárias é na adubação verde e cobertura do solo por serem plantas pouco exigentes e com grande potencial de fixação biológica de nitrogênio. O seu crescimento é mais rápido e tem sido muito usada como adubo verde em rotação com diversas culturas e no enriquecimento do solo.

As Crotalárias são plantas rústicas que crescem bem em solos secos, arenosos, cascalhentos e mesmo em áreas arenosas de região costeira. No Brasil, ocorrem naturalmente em beira de estradas.


http://www.monteaprazivel.com/

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Reciclagem

BENEFÍCIOS DA RECICLAGEM
A reciclagem possibilita a reutilização de materiais descartáveis tais como produtos velhos, danificados e/ou desgastados, que seriam destinados ao lixo, diminuindo assim o impacto que seria causado sobre o meio ambiente se estes materiais fossem destinados ao lixo.
Entre os benefícios da reciclagem destacam-se:
• a preservação do meio ambiente.
• menos consumo de recursos naturais escassos.
• o uso de menos espaço nos aterros sanitários.
• grande economia de energia elétrica.
• geração de um grande número de empregos.
Na reciclagem de latas de alumínio destaca-se a redução da extração de bauxita e a economia de energia elétrica, que chega a 95% no processo produtivo. Em 2002, a reciclagem de latas de alumínio proporcionou a economia de cerca de 1.700 GWh/ano, o que corresponde a 0,5% de toda a energia gerada no país. Esse total seria suficiente para atender a demanda de uma cidade de um milhão de habitantes.
• Para reciclar 1Kg de alumínio gasta-se 20 vezes menos energia elétrica que para produzir a mesma quantidade a partir do minério (bauxita).
• A decomposição do alumínio nos depósitos de lixo demora mais de 100 anos e contamina o meio ambiente

RECICLAGEM E COLETA SELETIVA
Cada brasileiro produz, em média, 1 quilo de lixo por dia, uma quantidade pequena se comparada com os 3 quilos de cada americano. Mas, somando o descarte de todos os cidadãos, o monturo diário no Brasil chega a 170.000 toneladas. Dessa montanha de sujeira, o país reaproveita apenas 11% - cinco vezes menos do que os países desenvolvidos. A maior porção desses detritos é matéria orgânica, que pode ser convertida em adubo. O que resta é composto, majoritariamente, por vidros, plásticos, papéis e metais, os materiais recicláveis por excelência. Os índices brasileiros de reciclagem desses produtos variam muito. O Brasil é campeão mundial no reaproveitamento de garrafas PET e latas de alumínio, mas, por outro lado, despeja a maior parte dos plásticos e latas de aço nos "lixões" a céu aberto. Atualmente, apenas 327 municípios dispõem de algum sistema público de coleta seletiva. Dar um destino adequado ao lixo é um dos grandes desafios da administração pública em todo o planeta. Atualmente, compram-se muito mais produtos industrializados do que na década passada, incluindo alimentos e bebidas. Alguns países, porém, já descobriram como transformar objetos sem valor num grande negócio. Conheça os principais processos de reciclagem, seus benefícios e os índices brasileiros e mundiais.
1. O que é reciclagem?
A partir da década de 1970, a preservação do meio ambiente passou a ser uma das grandes preocupações mundiais. Preocupação que se voltou, principalmente, para o aumento da produção de lixo, alavancado pela proliferação das embalagens e produtos descartáveis. A palavra reciclagem ganhou, na ocasião, sua acepção ecológica. E de lá para cá, passou a designar o conjunto de técnicas que busca reprocessar substâncias jogadas no lixo para que elas se tornem novamente úteis e possam ser reinseridas no mercado. Ela é um dos fins - certamente o mais lucrativo e ecológico - que os resíduos podem ter. Mas nem todo material pode ser reciclado. E para cada um daqueles que podem ser reaproveitados existe uma forma adequada de reciclagem. Nesse processo, a coleta seletiva é fundamental e consiste, basicamente, na separação e no recolhimento do lixo.
2. Que tipos de materiais podem ser reciclados?
Os principais materiais recicláveis são o metal, o vidro, o plástico e o papel. Dentre eles, porém, há exceções. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, não costumam ser recicladas e devem, portanto, ser depositadas no lixo comum, assim como os espelhos. Constam ainda dessa lista cerâmicas, objetos de acrílico, papéis plastificados (como o das embalagens de biscoito), papel-carbono, papel higiênico, fotografias, fitas e etiquetas adesivas, bitucas de cigarro, fraldas, absorventes e guardanapos. As baterias de telefones sem fio, de filmadoras e de celulares podem ser reaproveitadas, assim como as pilhas comuns.
3. O que impede a reciclagem de um material?
Se o processo de reciclagem for muito caro, ninguém irá fazê-lo, muito menos a iniciativa privada, que hoje é responsável por grande parte do processamento de substâncias para serem reutilizadas. Ou seja, até existem técnicas de reciclagem para alguns materiais que não são reaproveitados, mas os procedimentos consomem muita energia ou exigem equipamentos caros. O desafio é desenvolver processos que tragam retorno financeiro, ou que pelo menos compensem o investimento. No Brasil, a reciclagem de pilhas ainda não é feita em escala industrial justamente pelo alto custo do processo. O desmonte das peças, sempre compostas por muitos elementos, alguns deles tóxicos, é muito trabalhoso. Outro problema a ser superado é o lixo poluído. É preciso garantir que os resíduos cheguem à fabrica de reciclagem em bom estado. Isso significa que o lixo seco não pode entrar em contato com os restos orgânicos. Um copo de café jogado numa lata de lixo pode comprometer a reciclagem de todo o papel ali contido. Vale lembrar que é inútil separar o lixo seco por tipo de material - as empresas e cooperativas sempre fazem uma nova triagem. Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida também são medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.
4. Como funcionam os principais processos de reciclagem (papel, metal, vidro e plástico)?
Metais e papéis: nesses casos, a primeira etapa da reciclagem, a coleta seletiva, costuma ser feita por catadores. São eles que recolhem os restos nas ruas e vendem o material, já compactado e limpo, às empresas recicladoras. O processo de reaproveitamento do alumínio, o metal mais reciclado, consiste na retirada de impurezas (como areia, terra e metais ferrosos), na remoção das tintas e vernizes e, por fim, na fundição do metal. Num forno especial, ele se torna líquido, para ser, então, laminado - o combustível queimado nesta etapa pode provir do gás gerado nas fases anteriores. São essas chapas que são transformadas em novas latas.
Papel: assim que chega à indústria da reciclagem, é cortado em tiras e colocado num tanque de água quente, onde é mexido até que forme uma pasta de celulose. Na fase seguinte, drena-se a água e retiram-se as impurezas. O preparado é, então, despejado sobre uma tela de arame. A água passa e restam as fibras. O material é seco e prensado por pesados cilindros a vapor e alisados por rolos de ferro. Está, então, pronto para ser enrolado em bobinas e ser papel de novo.
Plástico: a reciclagem pode ser feita de duas maneiras: com ou sem a separação das resinas. O primeiro processo é mais caro para os brasileiros, uma vez que requer equipamentos que não são fabricados no país. O resultado desta técnica é a chamada madeira plástica, usada na fabricação de bancos de jardim, tábuas e sarrafos. O outro processo, mais comum, inicia-se pela separação dos plásticos conforme sua densidade. Depois, são triturados até virarem flocos do tamanho de um grão de milho. Já lavados e secos, os flocos são vendidos às fábricas que confeccionam artefatos de plástico.
Vidro: a primeira etapa do processo de reciclagem é separá-lo conforme a cor - o incolor é o de melhor qualidade. Em seguida, o material é lavado e ocorre a retirada de impurezas, como restos de metais e plástico. Um triturador, então, transforma o vidro em cacos de tamanho homogêneo. Antes de serem fundidos, os pedaços são misturados com areia e pedra calcária. Sem que resfriem, recebem um jato de ar quente para tornarem-se mais resistentes. Estão, enfim, prontos para serem utilizados mais uma vez.
5. Dá para reciclar matéria orgânica?
Sim. Matéria orgânica - sobras de comidas, legumes, verduras e frutas estragadas, cereais, sementes, casca de ovos, pão embolorado, aparas de lápis apontado, saquinhos de chá, guardanapos de papel, podas de jardim, galhos, serragem, pó de café, etc. - corresponde a 65% de todo o lixo que se produz no Brasil. A reciclagem deste tipo de material chama-se compostagem. Seu papel é acelerar o processo natural de decomposição da matéria orgânica e transformá-la em adubo. O método mais comum resume-se ao revolvimento da porção de terra onde foram despejados os resíduos. Mas existem também procedimentos mais avançados. Num deles, o lixo é vertido em células de concreto que, oxigenadas, estimulam ainda mais as atividades das bactérias responsáveis pela decomposição.
6. Quais são os benefícios trazidos pela reciclagem?
Para se ter uma idéia, a reciclagem de uma única latinha de alumínio propicia economia de energia suficiente para manter uma geladeira ligada por quase dez horas; cada quilo de vidro reutilizado evita a extração de 6,6 quilos de areia; cada tonelada de papel poupada preserva vinte eucaliptos. Poupam-se a natureza e os gastos. No Brasil, estima-se que uma tonelada de lixo reciclado economize 435 dólares. Em 2006, com a reciclagem de 30.000 toneladas de papel, o país deixou de derrubar 600.000 árvores. A indústria também pode se beneficiar. A versão reciclada dos plásticos, por exemplo, consome apenas 10% do petróleo exigido na produção do plástico virgem - economia que vem a calhar com a escalada vertiginosa do preço do barril verificada nas últimas décadas. As vantagens também podem ser obtidas pela reciclagem do aço, cuja tonelada reaproveitada preserva 110.000 toneladas de minério de ferro, material de extração caríssima. Calcula-se que 700 milhões de toneladas de materiais de todos os tipos sejam recicladas anualmente no planeta. Isso representa um faturamento anual de 200 bilhões de dólares. Nos EUA, a reciclagem já emprega diretamente meio milhão de pessoas, o dobro do que emprega a indústria do aço.
7. Quanto o Brasil recicla?
O Brasil é campeão mundial na reciclagem de alumínio: mais de 1 milhão de latinhas por hora. No total, reaproveita-se 94% delas. Destas, 70% são recicladas em Pindamonhangaba, no leste paulista. O país também apresenta bons índices em relação ao papelão - 77% - e às garrafas PET - 50%. No entanto, ainda recicla pouco outros tipos de plástico, latas de aço e caixas longa-vida, cujos índices não ultrapassam os 30%. No primeiro caso, a justificativa é que a maioria das pessoas não reconhece como plástico as resinas mais maleáveis, como as das sacolas de supermercado. Por isso elas acabam no lixo comum. Já as latas de aço são pouco recicladas porque há resistência das pessoas em guardá-las no lixo de casa. Diz-se delas que são "volumosas" e "difíceis de amassar". A tecnologia para reciclar as caixas longa-vida, que permite separar as seis camadas que compõem a embalagem, é recente e, por enquanto, poucas pessoas a possuem no Brasil.
8. Quais cidades brasileiras podem ser tomadas como exemplos?
Os cinco municípios brasileiros onde a prefeitura faz chegar o serviço de coleta seletiva a 100% das residências são Curitiba (PR), Itabira (MG), Londrina (PR), Santo André (SP) e Santos (SP). Em Curitiba, por exemplo, a fórmula que deu certo inclui o uso de caminhões que recolhem apenas o lixo seco, sem nenhum resto orgânico. O resultado: o lixo fica mais limpo e acaba vendido por um preço mais alto às indústrias de reciclagem. Isso ajuda a tornar o sistema de coleta seletiva em Curitiba mais barato (e viável) que o da maioria das cidades brasileiras.
9. Por que em alguns municípios há programas de reciclagem e em outros não?
Todo o resíduo de uma cidade é de responsabilidade das prefeituras. Dessa maneira, se não existirem iniciativas municipais, dificilmente a reciclagem será massificada. Outra situação a ser vencida é a falta de mecanismos de coleta seletiva. Essa etapa inicial e fundamental da reciclagem é realizada pelos órgãos públicos em cerca de 6% dos municípios brasileiros. A situação levou à formação de cooperativas de catadores de lixo e de empresas privadas especializadas, que enxergaram na coleta seletiva e na reciclagem uma forma de ganhar dinheiro. Na capital paulista, por exemplo, um estudo identificou, em 2002, cerca de setenta associações que coletam, fazem a triagem e comercializam material reciclável.
10. Quais são os países que mais reciclam no mundo?
Entre os países que mais reciclam estão os Estados Unidos, o Japão, a Alemanha e a Holanda. Os EUA, por exmplo, conseguem reaproveitar pouco mais da metade do que vai parar nas lixeiras. Na Europa Ocidental, virou rotina nos supermercados cobrar uma taxa para fornecer sacolas plásticas. Os clientes levam as suas de casa. Também na Europa, o bom e velho casco (de vidro ou de plástico) vale desconto na compra de refrigerantes e água mineral. Para a redução do lixo industrial, a União Européia está financiando projetos em que uma indústria transforma em insumo o lixo de outras fábricas. Até a fuligem das chaminés de algumas é aproveitada para a produção de tijolos e estruturas metálicas.
Fonte: veja.abril.com.br